A cor do vinho e as suas nuances

A cor do vinho e as suas nuances

As cores do vinho são: vermelho, amarelo, rosa. Errado! O vinho tem uma alma que muda e evolui. Reconhecer a cor do vinho é reconhecer a sua história, sua vida, sua alma.
Aprender a distinguir a cor do vinho nos ajuda a compreender como ele foi produzido, a intuir o seu sabor e nos preparar para a sua degustação.
Vamos descobrir juntos!

A cor do vinho branco

Principalmente produzido com uvas brancas, a intensidade da cor é dada basicamente pelo contato do suco de uva com as cascas durante a maceração.

  • Amarelo Esverdeado: a cor verde lembra sempre algo fresco e jovem, vinhos brancos esverdeados são vinhos que não fizeram passagem por barril de madeira.
  • Amarelo Palha: vinhos ainda relativamente jovens e frescos.
  • Amarelo Ouro: o ouro mostra a maturidade do vinho e a sua passagem por alguns meses em barricas (barris de carvalho de 225 litros). Estes vinhos são estruturados e levemente aveludados. Cuidado: Se o amarelo ouro é um amarelo claro e apagado, o vinho pode ter oxidado e, portanto, é melhor jogar ele fora!
  • Amarelo Âmbar: é a cor dos vinhos doces, passiti e licores envelhecidos por uma passagem longa em barril de madeira.

A cor do vinho rosé

Recordamos que não é a parte interna da uva a dar cor ao vinho, mas a casca. O vinho rosé é produzido com uvas vermelhas que são deixadas a macerar por um curto período de tempo (máximo de 24 horas) com a casca. Como com os vinhos brancos, o contato com as cascas dá ao vinho diferentes características sensoriais. Aumentando o tempo de maceração iremos obter um vinho que irá passar de fresco e ácido, a macio e estruturado.

  • Rosa Pálido: cor semelhante à de um pêssego, é um vinho jovem feito de uvas curta.
  • Vermelho Cereja: reflexões cereja indicam um contato mais prolongado com as cascas.
  • Rosa Claro: é o rosé que é ficou mais em contato com as cascas.

A cor do vinho tinto

  • Vermelho Púrpura: indica vinhos muito jovens que não foram envelhecidos em barris de madeira e com acidez marcante.
  • Vermelho Rubi: vinhos que tendem a ser jovens, frescos e prontos para beber, a relação acidez-taninos-maciez é muito equilibrada.
  • Vermelho Grená: vinhos tintos maduros de envelhecimento médio, macios e que “enchem” a boca no primeiro gole.
  • Vermelho Tijolo: semelhante à cor dos tijolos é típico dos vinhos que foram submetidos a um envelhecimento muito longo em barril, sendo estruturados e alcoólicos, também conhecidos como de meditação. Se você encontrar esta cor em um vinho jovem, não usá-lo nem mesmo para cozinhar!

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